domingo, 28 de março de 2004

Estou tão cansada, tão cheia de sono. Mais um fim de semana desperdiçado em que me senti ignorada a maior parte do tempo. Ás vezes pergunto-me para quê fazer companhia a pessoas que se estão nas tintas para os meus sentimentos, pensamentos, para os meus gostos. Quando o que realmente importa é a superficialidade de se estar a determinadas horas ao almoço, ao jantar, conversas que soam sempre ao mesmo. Ninguém ali se conhece.
A minha presença embora agradável é invisível a todos. Quase todos.
Pareço um objecto decorativo que às vezes dá um certo jeito ter por perto. Ando farta deste papel sujo.

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