quarta-feira, 21 de abril de 2004

Se eu não me mexer.
Se ficar aqui, quietinha, refugiada numa palavra.
Se respirar devagarinho para que ninguém perceba. Ninguém descubra.
A minha lágrima.
Talvez assim...

Talvez assim a chuva não dê pela minha presença,
nem os cães da rua, nem as pedras da calçada.

Talvez assim...
...o meu coração não se parta.

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