terça-feira, 17 de agosto de 2004

Vejo e revejo as palavras que cuspi.
Vejo e revejo as feridas que ele deixou.
Penso.
Penso na minha fragilidade espectante. Aguardando palavras quentes.
Estúpida Júlia que nunca aprendes.
Hoje.
A partir de hoje serei uma armadura.
Uma cobra. Um raio.
Acabou.

Hoje sou um ponto final.

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