terça-feira, 7 de outubro de 2008

ele continuava. berrava sozinho às esquinas. ria pateticamente com a boca toda. preferia os espaços vazios. porque no vazio o eco. o eco, sempre lhe dava com que conversar.

2 comentários:

Luís Filipe C.T.Coutinho disse...

as vezes não há melhor companheiro

beijos

Beguinha disse...

...porque muitas vezes o eco grita aquilo que calamos, diariamente. E enquanto o ouvimos percebemos como calar é morrer devagarinho.

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