sexta-feira, 2 de outubro de 2009

ainda assim. o espaço dele infiltrado no meu não magoa, devia, mas não.

e se olhar, estou na sala, carlos bica a suavizar num rádio velhinho ao fundo. com um prato de douradinhos de pescada, capitão iglo ou qualquer coisa idiota. o prato em que ele pintou uns olhos e um nariz. o arroz por cima.

por dentro somos sorrisos. e somos.

não faz sentido, compreende-se, e não troco por nada.

é que o corpo dele é tão meu, e o meu já não é tão meu como dele.







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