quinta-feira, 31 de março de 2011

cutting ice to snow *



as maçãs descascadas são para se comer com os molares mas

ao abocanhar uma maçã completa o incisivo da frente rasga.

é preciso ver, nesta vida de frutos, o que dá mais e menos trabalho a comer







* Musica Efterklang / Documentário In a dream

segunda-feira, 28 de março de 2011



A sensação de vermos o que sai cá de dentro - do mais cá de dentro de nós -, apropriado e profanado por um/a javardo/a qualquer sem espinha dorsal é algo que dá vómitos.




nenhum texto poderia explicitar melhor o que se anda a passar por este blogue.


haja pouca vergonha e tamanha imbecilidade. aconselho a menina Maria a ler o texto completo (citado acima e que lhe sirva de exemplo) para se instruir, dado que (iupi iai iei) retirou já os meus textos do seu fotolog.


espero que esta e mais esta sem esquecer esta e a outra o ponto de partida desta e a falta de imaginação daquela com o excesso de confiança da outra, vão todas pelo mesmo caminho.


só para esclarecer e por ordem, todas elas daqui e mais daqui sem esquecer daqui e daqui o ponto de partida daqui e a falta de imaginação daqui com o excesso de confiança daqui.
barf (a continuação da saga...)

já não sei muito bem se fique chateada ou se encolha ombros em pena. é que a minha cabecinha continua agarrada aos ombros e vai amadurecendo frutos (seja ou não no virtual). no entanto o que será da cabeça desta menina sem material alheio para catrapiscar? deixará porventura de pensar?


este texto veio do algodão 2004 e tem um final de 2008 (quando ainda escrevia tim-tim por tim-tim desabafos mais transparentes).

entretanto chegámos a 2011. a menina pode desenterrar os meus pedaços pré-históricos como bem entender mas ao menos cite, sim?


ah.... fui encontrar o mesmo aqui.

resta de facto concluir que a transparência, mais do que a mentira, incomoda muita gente.

domingo, 27 de março de 2011

barf

gosto quando um leitor por aqui tropeça e calha de achar piada ao que escrevo.

já pouco escrevo é verdade. ainda assim volto. abro janelas, deixo as palavras arejar, sacudo-lhes o pó e sempre vou tirando o verdete à memória.

já tinha acontecido encontrar copy/paste dos meus desabafos, situações essas que passaram por aqui despercebidas. às vezes sente-se o caruncho mas a pachorra é pouca para esburacar soalho.

posto isto, dado que toda a paciência tem limites e eu posso ser uma miúda simpática mas não nutro simpatia por quem pretende passar por seu o que não criou, esbarrei aqui com a vergonhosa cópia de retalhos deste post e mais ultima frase deste (publicados a Setembro e Janeiro de 2008).

Entrarei em contacto com a sujeita. E o algodão passa a estar licenciado pela Creative Commons.

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