domingo, 27 de março de 2011

barf

gosto quando um leitor por aqui tropeça e calha de achar piada ao que escrevo.

já pouco escrevo é verdade. ainda assim volto. abro janelas, deixo as palavras arejar, sacudo-lhes o pó e sempre vou tirando o verdete à memória.

já tinha acontecido encontrar copy/paste dos meus desabafos, situações essas que passaram por aqui despercebidas. às vezes sente-se o caruncho mas a pachorra é pouca para esburacar soalho.

posto isto, dado que toda a paciência tem limites e eu posso ser uma miúda simpática mas não nutro simpatia por quem pretende passar por seu o que não criou, esbarrei aqui com a vergonhosa cópia de retalhos deste post e mais ultima frase deste (publicados a Setembro e Janeiro de 2008).

Entrarei em contacto com a sujeita. E o algodão passa a estar licenciado pela Creative Commons.

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